Pular para o conteúdo principal

Ainda sobre a vitória das redes

A última eleição no Brasil encerrou o ciclo do programa eleitoral ao dispensar cenários e maquiador. Observamos que os oito segundos e as 11 inserções na TV comandados pelo Partido Social Liberal (PSL), antes ignorados pelos adversários, não significou nada. A legião de fãs que conquistou pelas redes sociais a partir de vídeos, lives e posicionamentos polêmicos e transformaram Jair Messias Bolsonaro em “Mito”. Liberdade, fé e família foram as palavras que nortearam os discursos, alcançando 77% dos eleitores.

Segundo os estudos publicados no livro best-seller internacional de Yuval Noah Harri, há cerca de 70 mil anos atras, quando iniciou-se uma nova forma de se comunicar, os sapiens criavam mitos partilhados, os quais davam a capacidade sem precedentes de cooperar de modo versátil, em grande número, de forma flexível e em prol de quem não eram próximos e não conheciam. Hoje, talvez, não seja diferente. Muitos mitos surgem em tempos de eleições.

Em especial, em 2018, a militância voluntária levou esperança às ruas. Multidões se espalharam. Os seus seguidores não desanimaram, mesmo na ausência do postulante. Discursos acalorados permaneceram. Para combater as fake news e a imagem negativa de seus posicionamentos sobre gays, mulheres e negros, a equipe contabilizou mais de 1500 grupos de whatsapp país a fora.
Um divisor de águas. A vitória da extrema direita firma um novo marco histórico, ao almejar o fim da corrupção e favorecimentos de políticos, familiares e amigos. O compromisso do novo governo com a prosperidade, dignidade e segurança da população brasileira é soberano. O seu mandato tem o dever e o valor em poder servir com ética e responsabilidade para o Brasil seguir no rumo do desenvolvimento.
Vamos lá!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Workshop

A partir de 2016, uma nota experiência. Palestras e mediação de cursos por todo o Rio Grande do Sul com o objetivo de provocar reflexões sobre Comunicação, participação de mulheres na política, empreendedorismo criativo, comunicação não verbal, dentre outros. Uma parceria com a Fundação Ulysses Guimarães (FUG/RS).

Recursos Humanos

Entre 2015 e 2018: Coordenação da Comunicação da Fundação de Desenvolvimento de Recursos Humanos do Governo do Estado RS. Um aprendizado gigante. Vivenciando a crise financeira no Estado e crise interna diante a possível extinção de nove instituições estruturais do Governo. As parcerias público e privadas foram fundamentais para fazer mais com menos e possibilitar a continuidade dos serviços. Criação de conteúdo para veículos internos e externos. Gerenciamento de crise, Redes Sociais e cobertura de eventos, Cerimoniais.